Proibir apostas não encerra demanda e retira proteção do apostador, alerta especialista
Diretora da Associação de Bets argumenta que banir o mercado regulado expulsa o apostador para o ambiente clandestino, onde não há nenhuma garantia de direitos.
Notícias sobre regulação no mercado de iGaming e apostas no Brasil — BetNotícias.
Diretora da Associação de Bets argumenta que banir o mercado regulado expulsa o apostador para o ambiente clandestino, onde não há nenhuma garantia de direitos.
A Associação Nacional de Jogos e Loterias afirma que a Medida Provisória publicada pelo governo nesta sexta-feira (25) destrói a indústria regulada e expõe mais de 30 milhões de apostadores ao mercado ilegal.
Ação do Laboratório de Operações Cibernéticas identificou contas que direcionavam usuários a plataformas não autorizadas; investigação segue para rastrear responsáveis.
Tribunal Pleno do Rio Grande do Norte barrou por unanimidade a LOTOAPODI, criada por lei municipal, enquanto analisa ação direta de inconstitucionalidade movida pelo MPRN.
A ANJL e o IBJR, com apoio do BNLData e de operadoras licenciadas, argumentam que vedar apostas empurra o apostador para o mercado ilegal, dominado pelo crime organizado.
Equipe jurídica do governo federal se prepara para contestar eventuais processos movidos por operadoras de apostas que tiveram suas licenças revogadas, com argumento central de que as permissões eram autorizações, não concessões.
Análise de Cármen Noble, diretora de comunicação da ABC Bet, aponta que o setor autorizado ainda luta para comunicar seus benefícios diante da pressão política e da concorrência do mercado ilegal.
O diretor de futebol do Cruzeiro defendeu que eventuais alterações nas regras do setor sejam graduais, enquanto clubes e federações mantêm manifesto conjunto contra restrições abruptas ao mercado regulado.
O presidente deve assinar medida provisória nesta sexta (25) em São Paulo, proibindo cassinos online e apostas de quota fixa no Brasil, em meio à campanha eleitoral para o primeiro turno.
Executivo quer endurecer penas e tipificar crimes ligados ao mercado clandestino de apostas; Lula deve anunciar medida provisória nesta sexta-feira (25).
Entidade sindical paulista do setor de apostas defende fortalecimento do mercado regulado e alerta que banir operadores licenciados favorece o mercado ilegal.
Documento intitulado "Nós apostamos no Brasil" pede ao Congresso e ao Executivo que reforcem a fiscalização do mercado regulado em vez de vedar a atividade.
Levantamento da LCA Consultoria Econômica, encomendado pelo IBJR, estima que operadores não autorizados também deixam de recolher até R$ 12 bilhões em tributos anualmente.
Órgão fluminense de defesa do consumidor iniciou em 23 de setembro a fase de penalidades contra bets, com multas que podem chegar a R$ 14 milhões por empresa.
Em nota oficial, o clube carioca argumenta que mudanças abruptas nas regras de apostas ameaçam contratos de patrocínio já firmados e a sustentabilidade financeira do futebol brasileiro.
Executivo com mais de uma década no setor aponta desequilíbrio na regulação: empresas autorizadas concentram o peso das exigências, enquanto operadores clandestinos seguem sem controle efetivo.
Medida Provisória prevista para esta semana pode ampliar fatia clandestina das apostas no Brasil, financiando organizações classificadas pelos EUA como terroristas, alerta a ANJL.
Dirigentes de times brasileiros, incluindo o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, articulam resistência às medidas que o governo federal pretende anunciar para o setor de apostas esportivas.
Plínio Lemos Jorge afirmou que nenhum associado do IBJR procurou a ANJL e defendeu diálogo entre entidades diante dos desafios regulatórios do setor.
Alex Bourgeois publicou artigo defendendo que um veto às apostas esportivas causaria impacto financeiro severo ao futebol brasileiro e que alternativas regulatórias são mais eficazes.