Golpe usa Auxílio Reconstrução falso para atrair vítimas a apostas ilegais
Criminosos simulam nova edição do benefício pago em 2024 às vítimas das enchentes do RS para redirecionar usuários a plataformas de apostas não licenciadas no Brasil.
Proteção ao apostador, autoexclusão e práticas de jogo responsável no mercado regulado.
Criminosos simulam nova edição do benefício pago em 2024 às vítimas das enchentes do RS para redirecionar usuários a plataformas de apostas não licenciadas no Brasil.
Cristiano Costa, diretor de conhecimento da EBAC, critica abordagem apenas proibitiva do jogo responsável e propõe seis dimensões de atuação pública, da educação ao cuidado integral.
Crenças como sequências de sorte, máquinas "quentes" e sistemas infalíveis distorcem a realidade estatística dos jogos e podem levar a decisões impulsivas.
O grupo responsável pelas marcas BETesporte e Lance da Sorte adota tecnologia de monitoramento contínuo de comportamento para identificar sinais de risco antes que se agravem.
Estabelecer orçamento, reconhecer sinais de alerta e usar ferramentas de controle são medidas essenciais para quem deseja manter uma relação saudável com apostas e jogos de cassino.
Pesquisa qualitativa conduzida com 60 apostadores em todo o Brasil traça quatro perfis de uso e conclui que entretenimento, não vício, é a motivação predominante — sem recomendar proibições ou novas restrições às plataformas.
Consequências financeiras, psicológicas, sociais e legais podem surgir quando o jogo deixa de ser tratado como entretenimento. Conhecer esses riscos é o primeiro passo para uma prática responsável.
A "Superlinha" oferece atendimento por telefone e WhatsApp com encaminhamento a psicólogos, assistentes sociais e psiquiatras, com capacidade para 3.500 atendimentos mensais.
A "Superlinha" oferece atendimento por telefone e WhatsApp com assistentes sociais, psicólogos e psiquiatras, e terá o ex-jogador Cafu como garoto-propaganda da campanha.
Pesquisa sobre apostas no universo feminino levanta pontos importantes, mas apresenta lacunas metodológicas que dificultam a criação de políticas públicas efetivas, segundo análise da cofundadora da Amig.
Mecanismos emocionais, sensoriais e tecnológicos presentes nos jogos de cassino podem influenciar decisões e, em casos de vulnerabilidade, favorecer comportamentos compulsivos.
Levantamento via Lei de Acesso à Informação revela que, entre as poucas respostas coletadas pelo Ministério da Saúde, 37,5% dos apostadores que buscaram ajuda pelo SUS usavam plataformas ilegais — e o Estado arca com o custo do tratamento em todos os casos.
O Esportes Gaming Brasil lança o Playbook "Jogo Responsável", primeiro material prático e obrigatório produzido por uma operadora brasileira para orientar parceiros na criação de conteúdo publicitário conforme as normas do setor.
Para especialista da EBAC, educação sobre riscos do jogo compulsivo é mais eficaz do que a repressão — e dados sobre apostas entre menores reforçam a urgência do debate.
Órgão estadual reuniu Superbet, KTO, Blaze e outras bets para tratar de autoexclusão, publicidade responsável e combate à ludopatia; dados internos apontam que apostas já respondem por 10,9% dos casos de superendividamento acompanhados pelo serviço.
Iniciativa oferece capacitação sobre integridade esportiva para atletas, membros da comunidade esportiva e profissionais de segurança pública.
Quando as credenciais de um usuário verificado são usadas por outra pessoa, o sistema de compliance trata a conta como confiável — sem questionar quem está jogando de fato.
O meia argentino relatou extorsões, ameaças físicas e a destruição de sua vida familiar após acumular débitos em plataforma clandestina de jogos online.
O PL nº 5.113/2026, de autoria de Mara Gabrilli (PSD-SP), quer inserir o CNAI na Lei das Apostas e obrigar operadores a monitorar comportamentos de risco dos usuários.
O grupo responsável pelo Esportes da Sorte, Lottu e Onabet divulgou orientações para ajudar apostadores a identificar plataformas legalizadas e evitar fraudes, em alusão ao Dia Nacional das Apostas Online.