ABRAJOGO pede a Lula que decisões sobre apostas respeitem marco regulatório
Associação divulgou carta aberta defendendo segurança jurídica para as 85 empresas autorizadas e exigindo distinção entre operadores licenciados e plataformas clandestinas.
Notícias sobre mercado legal no mercado de iGaming e apostas no Brasil — BetNotícias.
Associação divulgou carta aberta defendendo segurança jurídica para as 85 empresas autorizadas e exigindo distinção entre operadores licenciados e plataformas clandestinas.
Em ação coordenada nas redes sociais, times como Flamengo, Palmeiras, Corinthians e Cruzeiro defendem a manutenção do mercado regulado de apostas e alertam que uma eventual proibição levaria clubes à insolvência.
O jornalista Paulo Vinicius Coelho defende avanços na fiscalização e no combate ao vício, mas argumenta que vetar apostas esportivas abruptamente empurraria o mercado para a clandestinidade.
A Portaria SPA/MF nº 2.750 detalha como instituições financeiras devem identificar, bloquear e reportar transações ligadas a operadores de apostas sem autorização, com prazo de 24 horas para execução do bloqueio após notificação.
Fellipe Fraga, CBO da Stellar Gaming, pede que presidenciáveis compreendam como funciona o mercado regulado antes de propor políticas públicas sobre as bets.
Daniel Xavier argumenta que um marco regulatório robusto é ativo estratégico para operadoras sérias e que entre 41% e 51% das apostas no Brasil ainda ocorrem fora da legalidade.
Executivos das duas operadoras e o presidente do instituto setorial participaram de entrevista ao TecMundo e discutiram os avanços e desafios do mercado regulado de apostas esportivas no país.
Informações obtidas junto ao Ministério da Fazenda e ao Ministério da Saúde mostram que mecanismos como a autoexclusão são exclusivos do mercado autorizado — enquanto o SUS arca com o custo de quem aposta em sites ilegais.
Portaria nº 1.287/2026 estabelece o fluxo administrativo para processos de perdimento de recursos de operadores irregulares de apostas; dinheiro poderá ser destinado ao Fundo Nacional de Segurança Pública.
José Francisco Manssur, ex-líder da equipe da Fazenda que regulou as apostas no Brasil, rebate acusações que atribui ao setor problemas sem respaldo em dados oficiais.
Para Tiago Gomes, do Souto Correa Advogados, a regulamentação trouxe ganhos reais ao consumidor, mas a insegurança jurídica criada pelo próprio governo ameaça o mercado legal.
Na abertura da Febraban Tech 2026, o presidente do Banco Central detalhou com números as causas reais do endividamento crescente — e apostas esportivas não entraram na equação.
Pesquisa do Instituto Locomotiva e da LCA Consultores mostra recuo da participação clandestina no mercado brasileiro, mas executivos do setor pedem mais ação contra operadores sem licença.
Evento promovido pela Associação Nacional de Jogos e Loterias reuniu empresas, entidades e órgãos públicos para discutir os principais desafios do mercado de apostas após a regulamentação.
Em artigo publicado na Gazeta do Povo, o fundador da MYLaW Advogados argumenta que o endividamento das famílias brasileiras é anterior à regulação das apostas e tem raízes estruturais na política fiscal e no crédito caro.