Pedidos para operar bets no Brasil caem 97% no 1º semestre de 2026
Apenas seis empresas solicitaram autorização para entrar no mercado de apostas esportivas no período, ante 227 pedidos registrados no auge do setor, em 2024.
Números, arrecadação, fusões, aquisições e a economia do setor de iGaming no Brasil.
Apenas seis empresas solicitaram autorização para entrar no mercado de apostas esportivas no período, ante 227 pedidos registrados no auge do setor, em 2024.
Clube gaúcho recusou propostas entre R$ 20 mi e R$ 25 mi anuais e mira acordo próximo dos R$ 50 milhões — preferencialmente fora do setor de apostas.
Para o presidente da entidade, Plínio Lemos Jorge, a desaceleração do comércio tradicional tem causas estruturais muito mais amplas do que o crescimento das plataformas de bets.
Terceira edição do encontro reúne cerca de 80 líderes do setor de iGaming no Cubo Itaú no dia 13 de agosto, com pauta focada em regulamentação, tecnologia e integridade esportiva.
Flávio Figueiredo, do iGaming Brazil, destacou o interesse global pelo mercado brasileiro durante a feira realizada em Londres. Carlos Cardama, do BiS SiGMA, adiantou os próximos eventos do setor.
A quinta edição do Relatório de Tendências do iGaming contará com o alcance das marcas ICE, iGB e GGB para ampliar a base de pesquisa e a credibilidade da publicação.
Levantamento realizado em maio de 2026 mostra estabilidade no número de apostadores, mas queda expressiva nos índices de comprometimento financeiro em relação a 2024.
A SCCG Brazil chega com foco em consultoria estratégica, assessoria regulatória e conexão entre investidores globais e o mercado nacional de apostas, liderada por Thomas Carvalhaes.
Agregadora identificou que desempenho consistente, relevância regional e transparência de dados pesam mais do que o volume de lançamentos na disputa por espaço nas plataformas.
Em artigo publicado no Estadão, presidente da associação contesta estimativa de R$ 50 bilhões em perdas atribuídas às apostas e aponta digitalização do consumo como fator central.
Presidente da ANJL contesta pesquisa que atribui às apostas online uma fuga de até R$ 50 bilhões anuais do comércio e aponta digitalização e endividamento como causas reais da perda de espaço do varejo físico.
Executivo com mais de 25 anos de experiência em tecnologia e serviços financeiros chega para acelerar o crescimento da fintech no Brasil e em outros mercados da região.
Cofundador do BiS SiGMA South America descreveu o conceito dos novos eventos de setembro e adiantou novidades para o encontro de novembro em Roma.
CEO Manuel Matos detalha a agenda da empresa para os próximos meses, com presença confirmada em feiras internacionais, novo portal e foco em conexões entre empresas do setor.
Operar em múltiplos mercados da região obriga as plataformas a gerenciar infraestruturas de pagamento completamente desconectadas entre si, comprometendo liquidez, conciliação e tomada de decisão em tempo real.
Três executivos do setor analisam como adaptação cultural, jogo responsável e combate ao mercado ilegal serão determinantes para o crescimento sustentável do iGaming brasileiro.
CEO da Pay4Fun avalia que o Mundial será um divisor de águas para operadores e fintechs de pagamento, colocando à prova tecnologia, segurança e experiência do usuário em escala inédita.
Thomas Carvalhaes aponta que altos custos de licença, tributação complexa e CAC elevado tornam o mercado brasileiro inviável para pequenos e médios operadores.
Dados do Google Trends mostram que o interesse por apostas manteve ritmo intenso mesmo após a saída da Seleção da Copa do Mundo 2026, com termos como "Betano aposta ao vivo" registrando alta de 80%.
Novo diretor comercial da empresa esteve no iGB L!VE 2026, em Londres, e antecipou negociações com operadores e expansão regional em breve.