Justiça de SC valida cancelamento de apostas feitas durante revisão do VAR
A 4ª Vara Cível de Joinville rejeitou pedido de apostador que registrou palpites ao vivo enquanto árbitro de vídeo analisava possível pênalti, reconhecendo conduta de má-fé.
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A 4ª Vara Cível de Joinville rejeitou pedido de apostador que registrou palpites ao vivo enquanto árbitro de vídeo analisava possível pênalti, reconhecendo conduta de má-fé.
Quatro jogadores de futebol conseguiram decisões judiciais que proíbem casas de apostas de explorar seus nomes e identidades em mercados individualizados; caso pode abrir precedente no setor.
Juiz convocado indeferiu o efeito suspensivo pedido pela empresa, preservando a tutela de urgência que exige verificação de idade infalível antes de a plataforma voltar a operar.
Magistrada rejeitou pedido de tutela de urgência do MPDFT, mas ação civil pública segue em curso com pedido de R$ 120 milhões em danos morais coletivos.