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Mercado & Negócios

Brasil deve concentrar 39% do GGR de apostas na América Latina em 2026

Com regulamentação em vigor desde janeiro de 2025, o país já é o quinto maior mercado global do setor e lidera o continente em receita e engajamento.

Brasil deve concentrar 39% do GGR de apostas na América Latina em 2026

Imagem ilustrativa gerada por IA

O Brasil consolidou-se como o maior mercado de apostas esportivas da América Latina e figura entre os mais relevantes do mundo. Segundo o relatório "IBIA Q1 2026 Integrity Report", da International Betting Integrity Association (IBIA), o país deve responder por 39% de toda a receita bruta de jogos (GGR) de apostas na região em 2026, à frente de México (21%), Argentina (13%), Peru (5%) e Colômbia (4%). Já um estudo da consultoria Regulus Partners, divulgado pela BBC News, aponta que o Brasil encerrou 2025 como o quinto maior mercado global do setor, com receita estimada em US$ 4,1 bilhões — cerca de R$ 22 bilhões.

Regulamentação impulsiona crescimento formal

O avanço expressivo do setor está diretamente ligado à estruturação regulatória promovida pelo governo federal. Em vigor desde janeiro de 2025, a legislação brasileira de apostas de quota fixa é administrada pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda e estabelece exigências rigorosas de licenciamento, compliance, proteção ao consumidor e jogo responsável. O levantamento "Panorama do Mercado de Apostas de Quota Fixa", realizado pela LCA Consultores e Cruz Consulting para o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) e a ANJL e publicado em 2025, projetou uma injeção de R$ 7,5 bilhões em capital próprio no setor formal e a geração de 15,5 mil empregos diretos.

Nesse ambiente regulado, a Ana Gaming Brasil, holding responsável pela marca 7K Bet, foi um dos primeiros grupos a obter autorização da SPA para operar legalmente no país. A empresa conta com cerca de 340 colaboradores e mantém ferramentas de proteção previstas na regulamentação, como verificação de identidade, limites de uso e mecanismos de autoexclusão. "Estar entre as primeiras empresas autorizadas no Brasil é um marco que valida nossa operação e o nosso respeito ao consumidor brasileiro. O mercado nacional atingiu um patamar de maturidade que exige excelência. Com a segurança do ambiente regulado, estamos prontos para acelerar nossos investimentos em inovação, oferecendo uma experiência de entretenimento cada vez mais segura, transparente e personalizada para os nossos clientes", afirmou Marco Tulio Oliveira, CEO da Ana Gaming Brasil.

Modelo brasileiro como referência regional

Além do peso econômico, o arcabouço regulatório brasileiro tem servido de referência para outros países latino-americanos que ainda estruturam suas próprias legislações. A combinação de regras rígidas de compliance com o alto potencial de consumo do mercado interno atrai investidores e parceiros do setor esportivo e de mídia. "O Brasil, além de ser o maior mercado do continente em volume, é também uma referência em governança e potencial de negócios. A Ana Gaming Brasil nasceu com a missão de contribuir para o setor por meio da inovação e da responsabilidade. Projetamos expandir nos próximos anos nosso portfólio de produtos e fortalecer nossas ações de responsabilidade social, com atuação ética, segura e dentro das regras", declarou Nickolas Tadeu Ribeiro de Campos, fundador e presidente do Conselho da Ana Gaming Brasil. A expectativa do setor é que o país continue ampliando sua distância em relação aos demais mercados regionais nos próximos anos.

Fonte original
Com informações de BNLData →

Esta notícia foi reescrita pela redação do BetNotícias com base em apuração de terceiros. Acesse a publicação original para conferir o conteúdo na íntegra.

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