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Jogo Responsável

Daniel Fortune alerta pais sobre envolvimento indireto de menores em apostas na Copa

Criador de conteúdo especializado em jogo responsável chama atenção para situações cotidianas em que adultos, sem perceber, aproximam crianças e adolescentes do universo das apostas esportivas.

Daniel Fortune alerta pais sobre envolvimento indireto de menores em apostas na Copa

Imagem ilustrativa gerada por IA

Com a Copa do Mundo 2026 aquecendo o calendário esportivo, o volume de apostas no Brasil deve crescer de forma expressiva. Estimativas do setor apontam que o mercado pode movimentar R$ 31 bilhões durante o torneio, enquanto um levantamento da Creditas indica que 56% dos brasileiros pretendem apostar no Mundial. Nesse contexto, Daniel Fortune, criador de conteúdo especializado em apostas e jogo responsável, levantou um alerta direcionado especificamente aos pais e responsáveis.

O ponto central da mensagem de Fortune não é o acesso direto de menores às plataformas — proibido por lei e bloqueado pelo processo de verificação de identidade (KYC) exigido das casas de apostas regulamentadas no Brasil —, mas sim a participação indireta. Situações como convidar filhos para escolher palpites, explicar odds ou opinar sobre apostas são práticas que, segundo ele, podem inserir crianças e adolescentes prematuramente nesse universo. "A Copa é um momento feliz para a gente torcer junto pela seleção com a nossa família. Mas o maior golaço que você pode fazer na sua casa é proteger os seus filhos e suas crianças para que eles não entrem prematuramente no mundo das apostas. Lembrem-se de que os jogos são só para maiores de 18 anos", afirmou Fortune em publicação nas redes sociais.

Beatriz Gimenez Costa, chefe de Compliance no projeto Daniel Fortune, reforçou o recado com foco no aspecto cognitivo. Para ela, mesmo em situações informais e descontraídas, adultos não devem incluir menores em decisões relacionadas a apostas esportivas. "Estamos nesse universo de Copa do Mundo, todo mundo super feliz, mas tem um ponto muito importante que precisamos tratar. Crianças e adolescentes não apostam. Nas casas legalizadas a gente já sabe que não é permitido, mas tem um ponto relevante. Nós, adultos, não podemos chamar a criança para fazer uma aposta esportiva. Eles ainda não têm cognição formada para isso. Então o nosso recado é: crianças e adolescentes não apostam", declarou.

O alerta ganha peso no cenário regulatório atual. Desde o início de 2025, o mercado brasileiro de apostas esportivas opera sob regulamentação formal, com plataformas obrigadas a cumprir uma série de exigências da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda — entre elas, justamente, mecanismos robustos de verificação de idade e identidade. A legislação proíbe qualquer forma de participação de menores de 18 anos. Fortune tem utilizado suas redes sociais de maneira recorrente para abordar temas de educação e conscientização sobre apostas, com a Copa do Mundo servindo de pano de fundo para ampliar o alcance da mensagem de jogo responsável.

Fonte original
Com informações de SBC Notícias Brasil →

Esta notícia foi reescrita pela redação do BetNotícias com base em apuração de terceiros. Acesse a publicação original para conferir o conteúdo na íntegra.

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# jogo responsável# menores de idade# proteção# apostas esportivas