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ANJL anuncia JogaJunto como nova associada e reforça frente contra mercado ilegal

Operadora autorizada a funcionar no Brasil em 2026 passa a integrar a entidade para participar de debates sobre regulação, combate ao jogo clandestino e proteção ao consumidor.

Publicada em 26 de agosto de 2026, antes da MP 1.394, que proibiu as apostas de quota fixa em 25/09/2026. O cenário descrito pode ter mudado. Veja o que mudou

ANJL anuncia JogaJunto como nova associada e reforça frente contra mercado ilegal

Imagem ilustrativa gerada por IA

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) incorporou a JogaJunto ao seu quadro de associados. A operadora, que recebeu autorização para atuar no mercado brasileiro em 2026, ingressa na entidade com o propósito de participar ativamente das discussões sobre temas centrais para o setor, como o combate às plataformas ilegais, a integridade das apostas, o jogo responsável e a proteção dos consumidores.

Para o presidente da ANJL, Plínio Lemos Jorge, ampliar a base de associados é essencial para fortalecer a voz do setor regulado diante de diferentes interlocutores. "Mesmo passado um ano e meio após o início do mercado regulado, a indústria tem sido alvo de constantes questionamentos, em sua maior parte infundados. Quanto mais players estiverem conosco, certamente mais êxito teremos nas nossas diversas frentes de atuação", disse o dirigente.

A JogaJunto, por sua vez, afirmou que a adesão à ANJL reflete sua aposta no diálogo como ferramenta de desenvolvimento sustentável para o setor. A empresa ressaltou que a entrada na associação ocorre em um momento no qual o combate às plataformas clandestinas figura entre os maiores desafios da indústria. "Acreditamos que o desenvolvimento de um setor mais sustentável depende também da capacidade de seus diferentes agentes dialogarem e construírem soluções em conjunto", declarou a operadora. Na avaliação da companhia, a regulamentação já avançou ao estabelecer parâmetros de atuação e ampliar mecanismos de proteção ao consumidor, mas o mercado regulado ainda convive com a concorrência de sites ilegais que não estão sujeitos às mesmas obrigações.

A questão do mercado clandestino também está no centro de outra iniciativa apoiada pela ANJL: a campanha "Todos Contra o Ilegal". O movimento, divulgado principalmente nas redes sociais, reúne influenciadores, artistas e ex-atletas — entre eles os ex-jogadores de futebol Cafu e Felipe Melo e o atleta da Kings League Kelvin Oliveira — para orientar o público sobre como identificar plataformas legalizadas e alertar sobre os riscos do jogo não regulado. Segundo levantamento do Instituto Locomotiva em parceria com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), operadoras ilegais respondem por cerca de 50% do mercado de apostas de quota fixa no país.

Lemos Jorge destacou a importância da adesão ao movimento. "Começamos a apoiar esse movimento por entender que é fundamental alertar o público sobre o mercado não regulado. Muitos artistas estão postando seus vídeos, falando dos riscos do mercado ilegal, falando do jogo responsável. Já tem uma adesão muito grande e deve crescer ainda mais", afirmou o presidente da ANJL. A entidade representa operadoras autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, órgão responsável pela fiscalização e concessão de licenças no âmbito do mercado regulado, cujas regras passaram a vigorar plenamente a partir de janeiro de 2025.

Análise BetNotícias

O que isso diz sobre o mercado

  • A entrada da JogaJunto na ANJL amplia a base de representação coletiva do setor regulado em discussões com poder público e imprensa, reforçando a capacidade da indústria legal de se posicionar contra pressões e questionamentos.
  • O mercado clandestino permanece responsável por aproximadamente 50% do volume de apostas online no Brasil, confirmando que a concorrência ilegal continua sendo o principal desafio à consolidação do mercado regulado.

Entenda os termos

ANJL
Associação Nacional de Jogos e Loterias — entidade que representa as operadoras de apostas reguladas no Brasil perante poder público, imprensa e setores relacionados.
Mercado regulado
Segmento de apostas autorizado e operacionalizado por empresas licenciadas pelo poder público, submetidas a obrigações de proteção ao consumidor e compliance.
Mercado ilegal ou clandestino
Plataformas de apostas não autorizadas que operam fora das normas de regulação, sem obrigações legais de proteção ao consumidor ou relatório de operações.
Igaming
Jogos de azar e apostas realizadas pela internet, categoria que inclui apostas de quota fixa em eventos esportivos e outras modalidades online.
Fonte original
Com informações de Focus Gaming News Brasil →

A apuração deste fato é de Focus Gaming News Brasil. O texto acima, os dados estruturados e a análise foram escritos com inteligência artificial a partir dessa publicação, sem revisão humana antes de ir ao ar. Como funciona. Para conferir o conteúdo na íntegra, acesse a publicação original.

18+ Conteúdo informativo. Desde 25/09/2026, as apostas de quota fixa estão proibidas no Brasil (MP 1.394). O BetNotícias não opera nem indica apostas. Se o jogo trouxe prejuízo, procure o CAPS mais próximo ou ligue 188 (CVV).