Verificação de identidade: como o KYC protege a integridade do esporte no iGaming
A Legitimuz defende que sistemas de KYC robustos são a principal barreira contra fraudes e manipulação no mercado de apostas esportivas online.
Foto: Uche Okoro / Pexels
No ecossistema de apostas esportivas online, a integridade do esporte vai além do monitoramento de resultados. Trata-se de um conjunto de mecanismos que preserva a transparência das competições e coíbe manipulações, fraudes e condutas antiéticas. Nesse cenário, a verificação de identidade digital — conhecida pelo acrônimo KYC (Know Your Customer) — tem se consolidado como o primeiro filtro capaz de barrar usuários mal-intencionados antes mesmo que eles acessem uma plataforma.
Riscos para operadores sem processos rigorosos de KYC
Segundo a Legitimuz, empresa especializada em KYC Onboarding e que se apresenta como líder em taxa de conversão no mercado brasileiro de iGaming, a ausência de um sistema eficiente de verificação expõe os operadores a riscos concretos: entrada de usuários fraudulentos, possibilidade de lavagem de dinheiro e danos à reputação da plataforma. No Brasil, o tema ganhou ainda mais relevância com a regulamentação do setor, que passou a exigir das casas de apostas licenciadas o cumprimento de obrigações de compliance, incluindo a identificação e autenticação de seus usuários, sob supervisão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda.
Tecnologia aplicada à verificação
A Legitimuz destaca em seu portfólio um conjunto de funcionalidades voltadas à automação e à precisão do processo de onboarding digital: verificação de documentos 100% automatizada, inteligência artificial para aprimoramento de imagens capturadas por câmeras de baixa qualidade, tecnologia compatível com aparelhos celulares mais antigos, sistema de prova de vida (liveness) e reaproveitamento seguro de documentos já verificados pela plataforma. A empresa afirma que sua solução alcança uma taxa de aprovação de verificações superior a 98% e proporciona um aumento de 30% nas taxas de conversão das operações.
O contexto regulatório brasileiro torna esse tipo de solução cada vez mais estratégico para os operadores. Com o mercado de apostas esportivas operando sob regime de licenciamento desde o início de 2025, plataformas autorizadas precisam demonstrar conformidade com normas de prevenção à lavagem de dinheiro e proteção ao consumidor — obrigações que passam diretamente pela qualidade dos processos de identificação de usuários. Para a Legitimuz, a verificação de identidade deixou de ser uma formalidade burocrática e passou a ser um elemento central tanto para a segurança operacional quanto para a sustentabilidade do jogo responsável no país.
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