Pascal Gaming distribui jogos pela EGT Digital e mira Europa, América do Sul e África
Provedora firmou acordo com a EGT Digital para levar seu catálogo — incluindo títulos com Ronaldinho Gaúcho — ao agregador X-Nave, que reúne mais de 20 mil jogos de 200 estúdios.
Imagem ilustrativa gerada por IA
A Pascal Gaming fechou um acordo de distribuição com a EGT Digital, empresa de tecnologia focada em terminais de videoloteria (VLTs), para disponibilizar seus jogos por meio do agregador X-Nave Gaming Aggregator. O anúncio foi feito na terça-feira, 14, e permitirá que operadoras conectadas à rede da EGT Digital acessem títulos de crash games, jogos instantâneos e jogos de mesa desenvolvidos pela provedora.
Entre os destaques do catálogo contemplado pela parceria estão o Avinho R10 e o Fortune Ronaldinho, ambos desenvolvidos em colaboração com o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, além de títulos como Golden Tree Buy Bonus, Sugar Balloon e Juicy Storm. O X-Nave Gaming Aggregator já reúne mais de 20 mil jogos de mais de 200 estúdios, o que amplia consideravelmente o alcance potencial dos produtos da Pascal Gaming junto a operadoras e jogadores na Europa, na América do Sul e na África.
A parceria integra a estratégia de expansão internacional da Pascal Gaming, que busca aumentar a presença de seu portfólio em mercados de diferentes regiões e crescer o número de operadoras atendidas. Segundo a empresa, seu catálogo conta com mais de 130 títulos distribuídos em dez categorias, alcança aproximadamente 2 milhões de jogadores ativos e acumula 15 certificações em mercados regulamentados.
O acordo com a EGT Digital ocorre em paralelo ao avanço da Pascal Gaming no mercado regulado brasileiro. Recentemente, a provedora obteve certificações para uma série de seus jogos no Brasil — movimento relevante num contexto em que o país consolidou, a partir de janeiro de 2025, seu marco regulatório para apostas esportivas e jogos online, sob supervisão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda. Para operar legalmente no país, provedoras de conteúdo precisam ter seus títulos certificados por laboratórios credenciados, o que torna esse tipo de avanço regulatório um passo estratégico para fornecedores que desejam alcançar as operadoras licenciadas no Brasil.
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