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Final 2026: os recordes históricos que definem Espanha x Argentina

Com Messi buscando seu provável último jogo em Copas, a Espanha com a melhor sequência defensiva da história e a Argentina à beira de superar o Brasil de Pelé, a decisão de domingo é também uma batalha de estatísticas.

Final 2026: os recordes históricos que definem Espanha x Argentina

Imagem ilustrativa gerada por IA

O legado de Messi em números

Lionel Messi chega à final contra a Espanha carregando um acervo de recordes que dificilmente será alcançado. O argentino é o maior artilheiro isolado da história das Copas do Mundo, com 21 gols em 33 partidas, e também lidera o ranking de assistências, com 12. Somadas, suas 33 participações diretas em gols estão bem acima do segundo colocado, Kylian Mbappé, que acumula 25. Ao entrar em campo no domingo, Messi também se tornará o jogador com mais jogos disputados em toda a história do torneio — 34 ao final da partida —, e igualará o brasileiro Cafu como o único atleta a disputar três finais de Copa, tendo estado em campo em 2014, 2022 e agora em 2026. O camisa 10 ainda lidera o ranking de vitórias na competição, com 22 triunfos em 33 jogos.

A muralha espanhola e a invencibilidade argentina

A final reúne dois blocos estatísticos que caminham em sentido oposto, mas igualmente impressionantes. A Espanha encerrou a fase eliminatória tendo sofrido apenas um gol em sete partidas em 2026 e, somando jogos da Copa de 2022, a seleção acumula seis partidas consecutivas sem ser vazada — a maior sequência sem sofrer gols da história das Copas do Mundo, superando a marca de cinco jogos da Itália em 1990 e da Suíça entre 2006 e 2010. Do outro lado, a Argentina chega empatada com o Brasil de Pelé e Garrincha na segunda maior invencibilidade da história do torneio, com 13 jogos sem derrota. Uma vitória ou empate no domingo elevaria os argentinos à vice-liderança absoluta, atrás apenas da Holanda, que soma 16 partidas invictas desde 2014.

A Copa dos gols contra

Ainda antes da disputa do terceiro lugar e da própria final, a Copa de 2026 já havia estabelecido um recorde peculiar: o maior número de gols contra em uma única edição do torneio. Foram 14 tentos marcados contra o próprio time até aquele momento, superando a marca anterior de 12 gols contra registrada em 2018. Para efeito de comparação, edições como 1934, 1950, 1958, 1962 e 1990 terminaram sem nenhum gol contra sequer. O alto índice desta edição reflete tanto a intensidade das disputas quanto o nível de pressão defensiva que as seleções têm imposto às adversárias ao longo do torneio.

Deschamps encerra era com dois recordes absolutos

No sábado, antes da grande final, a disputa pelo terceiro lugar marcou a despedida de Didier Deschamps do comando da seleção francesa. O treinador deixou o cargo com duas marcas históricas: mais jogos disputados à beira do campo em Copas do Mundo, com 25 partidas oficiais contabilizadas (ou 26, se incluída a partida contra a Noruega em 2026, que ele não dirigiu por estar na França em razão do falecimento de sua mãe), e mais vitórias, com 19 triunfos (ou 20, no mesmo critério ampliado). Deschamps ultrapassou Helmut Schön, da Alemanha, que também somava 25 jogos e 16 vitórias ao longo de sua carreira à beira do gramado nas Copas.

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Com informações de BNLData →

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